sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Sounds like Import(ant)
Porquê não sei mas quando aqui voltar hei-de me lembrar.
Curb Dancing, on and on and on. Vou me por a mexer e a experimentar.
Se não voltar foi porque me estatelei. PROPS!!!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
O Diabo, quando vier, vai nos escolher.
Aqui come-se por 1$. Duas ruas ao lado a bica fica a 1,5$. É assim.
Ai é?? Badamerda, que essa eu não compro nem que tenha que enfardar comida até mais não a ver se substitui o efeito da cafeína.
Luxo? Manias? Invenções?
Tudo construções mentais, castelos na areia que determinam o valor do que criamos. Os intangíveis! Em que recondito lugar das ideias se guarda esta capacidade de discriminar e atribuir?? Ai Maria que No entiendo! Ou melhor, entiendo bem demais mas não quero entender porque podia-me botar p´raqui a descrever elasticiddes de procuras e ofertas, valores acrescentados, goodwill´s e más vontades outras mas não me convenço. Quero a origem! A origem do happening em si mas, mais que tudo, a origem da aceitação. O mecanismo mental deste bicho que se diz homem que sem ais nem uis constrói os palácios de cristal em que se estatela:
Qual é o espanto? Que os mercados caiam pela praça pública fora, sejam vaiados e chorados por crepideiras engravatadas e que as bolhas e os crashes se espalhem qual rastilho de merda a atrair a mosca? (Nota1: perdoai-me senhor, mas contestação sem asneira e palavra forte que soe a barulhenta revolução não vale)
Por isso dancemos em época de crise que o espirito não só de café e comida se alimenta.
Praise the Lord!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Does & Dues
Há muito para fazer. Aqui, ali, em casa, no jardim, no céu e no inferno. Onde buscar a força anímica para isso quando os ânimos fraquejam perante tantas forças contrárias? Quais os objectivos/metas para uma vida saudável, aprazível, digna? Amor? Amizade? Trabalhar para um bem comum? Que diabo quer isso tudo dizer quando ao pó regressaremos independentemente do que façamos? E porque raio nos perdemos por vezes nestas indagações infrutíferas quando, a título de exemplo, eu me poderia neste momento dedicar a escrever algo que sim, pusesse outros seres atormentados também a pensar mas sobretudo a resolver? Burrice pegada, falta de confiança ou apenas estupidez pura?
Hum… Nada disso, e se é que me permitirei chegar a conclusão alguma, aqui segue a tentativa #5426: Acontece apenas que o cérebro tem mecanismos de fuga múltiplos e variados, que se traduzem muitas e outras vezes em disparos para todas as direcções, pontapés em pedras que encravam unhas do dedo grande e deixam a descoberto cada vez mais questões, perguntas e dúvidas. Masturbações, é facto. Mas que são necessárias porque só existindo poderão ser ultrapassadas, e BINGO! Sim, pensar na futilidade de tudo o que se faz é em si fútil mas só materializando essa consciência se pode passar a uma acção mais digna pois, ainda que mantendo a sua futilidade, essa acção será sempre menos fútil que o acto de a pensar como inútil. Se não há questões, é porque não houve pensamento de profundis à priori. Muitos há que se dão bem sem ele (é difícil resistir, mas passarei esta sem o tão comum, típico e pateta paternalismo do "ai tão bom que deve ser"!), mas os já referidos atormentados de alma e espírito que não passam sem uma boa dose destes nauseantes exercícios, que se mantenham nesse caminho pois assim alcançarão o brilho no olhar de quem um certo Muito entende. Que de nada servirá é certo, mas ao menos fica bonito. Mas que esse brilho se não torne em ar de carneiro mal morto que cedo ganhou cataratas de tanto olhar e nada fazer. Aquele olhar com camada leitosa, cê tá vendo? E aí voltamos à questão da acção. Mais que não seja para que a massa cinzenta destas espirais do cogitar sem agitar nem fazer se mantenha afastada, por horas poucas que sejam mas ainda assim algumas na sua essência.
Por isso durmo, não sem antes me ter perdido no acompanhar do trajecto que a formiga que me persegue há mais de uma hora tem feito pelas lajes da tijoleira do chão que me ladeia: para trás, para a frente, para o lado, tenta subir e leva com o olhar do terror, volta a descer para se recompor. (PUNHETAS!) Acabo em bem: me vou resignar, não matar e decidir que no fundo é só pó e pouco chateia. E pronto, já rimou, já exercitou. Amanha vai fazer.
Santa Loucura, vai de retro Satanás! (Vai tu que eu não vou a lado nenhum!)
Hum… Nada disso, e se é que me permitirei chegar a conclusão alguma, aqui segue a tentativa #5426: Acontece apenas que o cérebro tem mecanismos de fuga múltiplos e variados, que se traduzem muitas e outras vezes em disparos para todas as direcções, pontapés em pedras que encravam unhas do dedo grande e deixam a descoberto cada vez mais questões, perguntas e dúvidas. Masturbações, é facto. Mas que são necessárias porque só existindo poderão ser ultrapassadas, e BINGO! Sim, pensar na futilidade de tudo o que se faz é em si fútil mas só materializando essa consciência se pode passar a uma acção mais digna pois, ainda que mantendo a sua futilidade, essa acção será sempre menos fútil que o acto de a pensar como inútil. Se não há questões, é porque não houve pensamento de profundis à priori. Muitos há que se dão bem sem ele (é difícil resistir, mas passarei esta sem o tão comum, típico e pateta paternalismo do "ai tão bom que deve ser"!), mas os já referidos atormentados de alma e espírito que não passam sem uma boa dose destes nauseantes exercícios, que se mantenham nesse caminho pois assim alcançarão o brilho no olhar de quem um certo Muito entende. Que de nada servirá é certo, mas ao menos fica bonito. Mas que esse brilho se não torne em ar de carneiro mal morto que cedo ganhou cataratas de tanto olhar e nada fazer. Aquele olhar com camada leitosa, cê tá vendo? E aí voltamos à questão da acção. Mais que não seja para que a massa cinzenta destas espirais do cogitar sem agitar nem fazer se mantenha afastada, por horas poucas que sejam mas ainda assim algumas na sua essência.
Por isso durmo, não sem antes me ter perdido no acompanhar do trajecto que a formiga que me persegue há mais de uma hora tem feito pelas lajes da tijoleira do chão que me ladeia: para trás, para a frente, para o lado, tenta subir e leva com o olhar do terror, volta a descer para se recompor. (PUNHETAS!) Acabo em bem: me vou resignar, não matar e decidir que no fundo é só pó e pouco chateia. E pronto, já rimou, já exercitou. Amanha vai fazer.
Santa Loucura, vai de retro Satanás! (Vai tu que eu não vou a lado nenhum!)
sábado, 10 de setembro de 2011
Luxo Asiático ou a Posta de Pescada #5227
Centro Comercial. Kuta, Bali, Indonésia
Hall de Entrada:

Tudo muito certo, lojas, pessoas, dinheiro, clientes, empregados, sapatos, panelas, etc etc, só não é o Vasco da Gama nem o El Corte porque todos sao escurinhos e de feições que não as desses lados do mundo.
MAS, eis se não quando meu peito se enche de alegria e contentamento ao ver que nem tudo se converteu à alvura do western-style-capitalism:

Ou seja:

Um belo local para mass suicides anti corporativismo, consumismo e sismos que tais, innit? Ou "aiii que horror, ainda pode alguem escorregar e vir parar lá abaixo!" (como se alguma vez alguem se aventurasse despreocupadamente por buracos destes)
Os buracos destas paragens, onde os há, raramente se escondem. O hotel também está em obras. Tem 20 metros de entulho a um canto. É assim. For better? For worse? RONF! Mas certamente mais honesto, despreocupado e sem comichões por estar desarrumado ou poder ser feio. Não é exótico, é (aínda) humano. (e poético e sensível a aiiii viva o moralismo tetra pak!)
Hall de Entrada:
Tudo muito certo, lojas, pessoas, dinheiro, clientes, empregados, sapatos, panelas, etc etc, só não é o Vasco da Gama nem o El Corte porque todos sao escurinhos e de feições que não as desses lados do mundo.
MAS, eis se não quando meu peito se enche de alegria e contentamento ao ver que nem tudo se converteu à alvura do western-style-capitalism:
Ou seja:
Um belo local para mass suicides anti corporativismo, consumismo e sismos que tais, innit? Ou "aiii que horror, ainda pode alguem escorregar e vir parar lá abaixo!" (como se alguma vez alguem se aventurasse despreocupadamente por buracos destes)
Os buracos destas paragens, onde os há, raramente se escondem. O hotel também está em obras. Tem 20 metros de entulho a um canto. É assim. For better? For worse? RONF! Mas certamente mais honesto, despreocupado e sem comichões por estar desarrumado ou poder ser feio. Não é exótico, é (aínda) humano. (e poético e sensível a aiiii viva o moralismo tetra pak!)
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
We´re all blind
Como é bom voltar aos velhos amigos da adolescência. It´s a chance in a lifetime (as if....)
domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Scare me to the bone
Sempre o Tempo a fugir. A atenção a perder-se, dando lugar à pressa e ao cansaço de a lado nenhum chegar. Pois sim tenho sono! E ainda ninguém postou a letra desta terra incognita por mim. E bem sei que ela me diz coisas, e já pus 4 vezes em repeat mas tudo o resto chama e pede tempo e dou não querendo dar mas já está e agora já foi e e e e e e e e e.
"Carry me home..."
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Hoje temos Iscas e Postas de Pescada
Et voilá! Done, feito, concretizado, virtualmente materializado (whatever that means).
Custou a parir, pois que o acto de criação, com ou sem sangue e visceras pela mistura, é um daqueles caracterizados por um certo quê de esforço e aceitação de exposição. Ai tão envergonhaditos que somos!
O vizinho de baixo: Gordo, bigode e voz de bagaço. Mas eis se não quando as colunas da Worten surpreendem e dão o mote para um bom resto de dia:
Custou a parir, pois que o acto de criação, com ou sem sangue e visceras pela mistura, é um daqueles caracterizados por um certo quê de esforço e aceitação de exposição. Ai tão envergonhaditos que somos!
O vizinho de baixo: Gordo, bigode e voz de bagaço. Mas eis se não quando as colunas da Worten surpreendem e dão o mote para um bom resto de dia:
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